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5 de outubro de 2012

Provador virtual permite experimentar roupas sem vesti-las

por innovacentro

Ferramenta Digital Look transforma tela de LCD em espécie de espelho e provador de roupas que mostra, em 3D, até o movimento do tecido no corpo

São Paulo – O processo de comprar uma roupa está prestes a se tornar muito mais rápido e fácil, para a alegria de quem não resiste a uma nova compra. E o melhor de tudo é que nem será necessário vencer a ocasional preguiça de provar peça por peça. Ainda sim, porém, será possível se enxergar usando a roupa. Essa é a ideia por trás de uma tecnologia chamada Digital Look, desenvolvida pelos cariocas da Creapix Tecnologia Criativa.

A ferramenta funciona em uma tela de LCD, que se transforma em uma espécie de espelho e provador virtual. Nela, são exibidas as peças de roupas da coleção de determinada marca e, através de gestos, a pessoa poderá escolher a roupa a ser experimentada e que será então disposta sobre o seu corpo. Através de modelagem em 3D, a pessoa consegue se ver com a peça nas três dimensões, e ainda observa o movimento do tecido.

A Creapix tem intenções de levar a tecnologia para fora das lojas, em aeroportos ou cidades nas quais a marca ainda não está presente, por exemplo, segundo explicou Bruno Castro, sócio da empresa. E a expectativa é que isso comece a acontecer a partir de dezembro de 2012.

Nessa próxima fase, a Digital Look irá além do papel de provador virtual, passando também a participar do processo de compra através de um aplicativo para smartphone. Quando isso acontecer, o usuário precisará apenas apontar o smartphone, Android ou iPhone, em direção ao QR Code que será exibido na tela de LCD. “Depois disso, o consumidor será levado ao e-commerce da marca para finalizar a compra e receberá a peça em casa”, explicou Castro.

Desenvolvida ao longo de dois anos de programação, a ferramenta foi lançada como piloto durante o Fashion Business 2012. O interesse de grandes marcas na tecnologia foi quase imediato. Em pouco tempo, contou Castro, a empresa começou a trabalhar com nomes da moda feminina como Folic e Shop 126.

E é com as marcas que fica a responsabilidade de envio do arquivo com o desenho das roupas para a Creapix. Elas então são modeladas em 3D e recebem a aplicação de um efeito físico que dá o movimento ao tecido virtual. Em seguida, são importadas ao software, prontas para serem “provadas” pelos consumidores e, em breve, compradas através do smartphone.
Fonte: Exame.com publicado em 07/09/2012

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